Há quem consiga falar de amor sem sentí-lo.
Quem nunca ouviu comentários do tipo: fiquei nervoso quando o vi, meu coração acelerou, minhas pernas tremeram...? Pois é, estes são sintomas do amor. Comparação estranha essa, não? Amor e doença, será que não era para ser comparado com o remédio, a cura?
Vou dar um exemplo: às vezes, quando estamos nos sentindo solitários, infelizes, tendemos a buscar alguém que nos socorra nessa aflição, ou melhor dizendo, buscar "em" alguém a cura para esse mal, como se o que faltasse para nos completar estivesse no outro, e na verdade não é bem assim.
O ser humano tem dentro de si faculdades mentais (e até sentimentais) capazes de suprir suas próprias necessidades. Mas de que necessidades estamos falando? A necessidade de ser feliz, de se sentir completo. Acontece que ainda não descobrimos, ou melhor, não aprendemos como desenvolver essa faculdade e pô-la em prática. Até que um dia aprendamos, sentiremos falta de algo que nos preencha, que nos complete, e, buscaremos este "algo" no outro. Em quem? Ah! isso, sinceramente, não sei responder. Se alguém tiver a resposta, por favor me diga!
Ah! já ia me esquecendo. Quanto à afirmação da primeira linha, é... não! Você pode até jurar para si mesmo que é capaz, mas na verdade, se você não se recorda, você já nasce amando, e por isso sabe falar de amor.

gostei viu nanó!
ResponderExcluirprincipalmente da última frase; realmente nós já nascemos amados #)
um xerin!